getränkesteuer.de

Tax Lien Certificates: A Little Known Government Pro...

30.11.2011 von getraenkesteuer
Tax Lien Certificates: A Little Known Government Pro...

Kategorie: Bücher > Sachbücher & Ratgeber > Recht > Steuern

Shopsuche > Bücher finden: in Artikelbezeichnung und Beschreibung
Tax Lien Certificates: A Little Known Government Program That Can Make You Financially Independent
Jim Yocom
erschienen Juli 2002 | 364 Seiten
ADVANCED MARKETING TECHNO
46.35 €
inkl. MwSt.
*Das hier angebotene Exemplar weist leichte Beschädigungen und Nutzungsspuren auf. Es handelt sich nicht um ein neuwertiges Exemplar.
Zustandsvermerk: Leichte Lagerspuren am Umschlag, A. 2002.
Blick ins Buch: Reinschauen vor dem Kauf:
Register lesen | Autoren-Infos lesen -->
Register > zum Seitenanfang <sv.htm> Über die Autoren > zum Seitenanfang <au.htm> -->
Buchpark-Express ist Mitglied des ebay.de Powerseller Programms ...

Preis: 46,35 EUR
Angebotsende: 13.02.2012, 15:50:41 Uhr

Tax Lien Certificates: A Little Known Government Pro... kaufen bei eBay


Google+

Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

Das neue MehrWertSteuer-Gesetz - Frei, Benno:Handbuc...

29.11.2011 von getraenkesteuer
Das neue MehrWertSteuer-Gesetz - Frei, Benno:Handbuc...

Kategorie: Bücher > Belletristik > Unterhaltungsliteratur > Sonstige

Shopsuche > Bücher finden: in Artikelbezeichnung und Beschreibung
Das neue MehrWertSteuer-Gesetz
Handbuch für die Praxis
Frei, Benno
348
Cosmos-Verlag
57.38 €
15% preisreduziert*, anstelle 67.50 €
inkl. MwSt.
*Preisreduziertes Exemplar! Das hier angebotene Exemplar weist leichte Beschädigungen auf und wird daher preisreduziert angeboten.
*Das hier angebotene Exemplar weist leichte Beschädigungen und Nutzungsspuren auf. Es handelt sich nicht um ein neuwertiges Exemplar.
Zustandsvermerk: Leichte Lagerspuren am Umschlag, Buchschnitt leicht verkürzt, Buchrücken und -ecken angestoßen.
Blick ins Buch: Reinschauen vor dem Kauf:
Register lesen | Autoren-Infos lesen -->
Register > zum Seitenanfang <...

Preis: 57,38 EUR
Angebotsende: 28.01.2012, 16:08:41 Uhr

Das neue MehrWertSteuer-Gesetz - Frei, Benno:Handbuc... kaufen bei eBay


Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

Die Mehrwertsteuer in Betrieb und Buchführung Stehle, Heinz und Hans Bohnacker:

28.11.2011 von getraenkesteuer
Die Mehrwertsteuer in Betrieb und Buchführung Stehle, Heinz und Hans Bohnacker:

Kategorie: Bücher > Belletristik > Unterhaltungsliteratur > Sonstige

Artikeldetails Die Mehrwertsteuer in Betrieb und Buchführung
Stehle, Heinz und Hans Bohnacker:
4. Auflage
Boorberg, Stuttgart, München, Hannover, 1995. 88 Seiten Broschiert
Sprache: Deutsch
ISBN: 3415020096
EAN: 9783415020092
Bestell-Nr: 110861
Bemerkungen: Zustand: gebraucht-gut. Aus Bibliotheksbestand makuliert, daher mit einigen wenigen Markierungen, Stempel und Beklebungen... X22 ISBN: 9783415020092
EUR 10,67 (inkl. 7,00% MwSt.)
Versandkostenfrei innerhalb Deutschlands
GEBRAUCHTWARE mit ausgewiesener 7 % Mwst Rechnung!
Aufgenommen mit whBOOK
Sicheres Bestellen - Order-Control geprüft!
Artikel eingestellt mit dem w+h GmbH eBay-Service
Daten und Bilder powered by Buchfreund 2011-12-19

Preis: 10,67 EUR
Angebotsende: 18.01.2012, 20:57:02 Uhr

Die Mehrwertsteuer in Betrieb und Buchführung Stehle, Heinz und Hans Bohnacker: kaufen bei eBay


Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

Ilha Fiscal

28.11.2011 von getraenkesteuer

Einige tolle steuer Bilder:

Ilha Fiscal
steuer

Bild von Rodrigo_Soldon
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Primitivamente denominada pelos europeus como ilha dos Ratos, o seu atual nome provém do fato de ali ter funcionado o posto da Guarda Fiscal, que atendia o porto da então capital do Império, no século XIX.

A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da proclamação da República, em Novembro de 1889.

Atualmente abriga um museu histórico-cultural, mantido pela Marinha do Brasil.

No século XIX, o Conselheiro José Antônio Saraiva do Ministério da Fazenda, solicitou construir-se um posto alfandegário para o controle das mercadorias a serem importadas e exportadas pelo porto do Rio de Janeiro, então Capital do Império. A posição daquela ilha era bastante cômoda para os inspetores da Alfândega, devido à proximidade dos pontos de fundeio, sendo que o translado de mercadorias poderia ser executado em embarcações miúdas, sem grandes dificuldades.

A decisão da construção, assim como a do seu estilo arquitetônico, foram do Imperador D. Pedro II, tendo em conta não conflitar com a paisagem da Serra do Mar. À época, o Imperador teria afirmado: "A ilha é um delicado estojo, digno de uma brilhante joia".

Optou-se assim por um pequeno "château" em estilo gótico-provençal, inspirado nas concepções do Arquiteto francês Violet-le-Duc, com projeto de autoria de Adolpho José Del Vecchio – então Engenheiro-Diretor de Obras do Ministério da Fazenda -, onde se destacavam as agulhas e as ameias medievais a adornar a silhueta da edificação.

O projeto de Del Vecchio foi contemplado com a Medalha de Ouro na exposição da Academia Imperial de Belas Artes, tendo apresentado a seguinte argumentação:
"A construção planejada, tendo de ser levantada isoladamente em uma ilha, projetando-se sobre um fundo formado pela caprichosa Serra dos Órgãos, encimada por vasto horizonte, e de frente para a entrada da baía, devia causar impressão agradável aos que penetrassem no porto, suficientemente elevada para que pudesse facilmente ser vista de qualquer ponto entre a mastreação dos navios, e prestar-se ao mesmo tempo à fiscalização do ancoradouro."
Del Vecchio preocupou-se ainda com a ornamentação paisagística, tendo declarado em reunião no Ministério da Fazenda:
"Arrematei, por pouco tempo, na Praça do Mercado, certa quantidade de cocos da Bahia, já com os brotos, e fí-los transportar para a ilha e plantar em torno; os coqueiros vieram dentro de breve prazo e não tardaram a dar frutos."
Após a decisão do imperador na escolha do projeto para acolher a aduana, os recursos necessários destinados a execução foram liberados em partes e, em 16 de novembro de 1881, foi assente a primeira pedra dando início à sua construção. Após uma série de aterros de modo a aumentar a área de 4 400 m² para 7 000 m², e aplainar as elevações existentes ao preço de 40:50 (quarenta contos, cinco mil e quinhentos réis), foi iniciado o castelo.

A 27 de abril de 1889 foi inaugurado o edifício com a presença do Imperador, acompanhado de Gastão de Orleans, Conde d’Eu e brilhante comitiva; o translado do cais Pharoux foi realizado utilizando-se a famosa galeota de D. João VI.

Numa certa manhã, já na República, uma lancha passava em frente à Ilha Fiscal tendo a bordo Rui Barbosa, Aristides Lobo, Quintino Bocaiúva, Del Vecchio e outros personagens do regime republicano. Ao observarem o brasão imperial talhado em gnaisse, com absoluto respeito à heráldica e com os dois dragões a apoiá-lo, um dos passageiros da lancha declarou: "Como? Pois o Brasil republicano ainda conserva em um próprio nacional as armas da monarquia! Que se o derrube!" Nesse momento o Engenheiro Del Vecchio interveio e dirigiu-se aos componentes da comitiva argumentando: "Não, senhores. Por Deus! Se mereço alguma coisa da República à qual pretendo servir com a mesma lealdade e o mesmo espírito de sacrifício com que servi ao Império, peço que não toquem naquele emblema. É uma obra prima de cantaria. Fê-la um velho auxiliar do Conde Santa Marinha, um preto septuagenário que é um verdadeiro artista. Hoje, cego e desamparado, acredito que ele sofreria bastante se soubesse que o seu trabalho de tão penosos dias fora cruelmente destruído. Por isso, meus senhores, por favor, imploro a conservação do escudo." Da ocasião que ocorreu esse fato, data a consagração do edifício da Ilha Fiscal como imperecível obra de arte e patrimônio de uma era, devido a ostentar decoração inspirada na monarquia.

Em 1890 prosseguiram as obras de pavimentação em paralelepípedos, e no extremo leste foi construído outro edifício no estilo do principal a fim de abrigar as máquinas elétricas e os serviços auxiliares. Dois anos depois, estavam totalmente concluídas as obras, ao custo total de 1051:3224, hum mil e cinquenta e um contos, trezentos e vinte e dois mil, quinhentos e oitenta e quatro réis.

Em 6 de setembro de 1893, irrompeu no Rio de Janeiro a chamada Revolta da Armada, na qual substancial parcela da esquadra brasileira, comandada pelo Almirante Custódio de Mello, rebelou-se contra o governo do Marechal Floriano Peixoto. Durante mais de seis meses, ficou a Ilha Fiscal em meio ao duelo de artilharia travado entre as Fortalezas leais ao governo, e os navios e fortalezas da Ilha das Cobras e da ilha de Villegagnon na posse dos revoltosos. Múltiplos foram os danos sofridos pela edificação da Ilha Fiscal com as paredes atingidas por projetis, agulhas de ferro derrubadas, avarias sérias nos telhados, fiação, móveis partidos além de estragos nos belíssimos vitrais. Como as despesas de restauração seriam vultosas, esse foi o motivo para que o engenheiro do Ministério da Fazenda Miguel R. Galvão sugerisse a entrega da Ilha Fiscal ao Ministério da Marinha, em troca de algum edifício que melhor se prestasse ao serviço da alfândega. A troca só se efetuaria em 1913, quase vinte anos depois, não por um edifício, mas pelo Vapor Andrada, proposta do Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Ministro da Marinha, ao seu colega da Fazenda Dr. Rivadávia Correia. A partir de 1914, a Marinha fez funcionar nesse local, sucessivamente, a Repartição de Faróis, Repartição Hidrográfica, Repartição Central de Meteorologia, Repartição da Carta Marítima, Superintendência de Navegação, Diretoria de Navegação e finalmente a Diretoria de Hidrografia e Navegação.

Em 1930, a Ilha Fiscal foi ligada à das Cobras por meio de um molhe de concreto transformando-as em duas ilhas geminadas ou, geograficamente, em uma só ilha. Em 1983, a DHN foi transferida para a ponta da Armação, em Niterói. A última organização militar que permaneceu na Ilha Fiscal foi o Grupamento de Navios Hidroceanográficos, até março de 1998. A partir dessa data a Marinha adotou como parte da política de valorização da memória naval abrir ao público esse notável conjunto, e simultaneamente mostrar aos visitantes, a contribuição da Marinha do Brasil no desenvolvimento de áreas fundamentais do país como o social, o científico e o tecnológico.

O edifício encontra-se tombado pela Prefeitura do Rio de Janeiro desde 1990, tendo passado por diversos trabalhos de restauração desde 2001, coordenados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), quando foram restauradas as pinturas do teto, das paredes e do mosaico do piso de parque do torreão.

Em 2006, a Marinha organizou um projeto com o propósito de montar uma iluminação de verão para a Ilha Fiscal, e graças à parceria com a BR Distribuidora, a Marinha presenteou a Cidade do Rio de Janeiro com a beleza da construção do engenheiro Del Vecchio em sofisticada iluminação.
——————————-
Die Ilha Fiscal ist eine kleine Insel in der Bucht von Guanabara. Sie zählt zum historischen Teil der Stadt Rio de Janeiro.

Der heutige Name der ursprünglich von den Europäern als Mäuseinsel bezeichneten Insel leitet sich von der seit dem 19. Jahrhundert durchgeführten Nutzung als Steuer/Zollstation ab. Heute beherbergt die unmittelbar neben dem Marinearsenal Rio de Janeiro gelegene Insel ein Marinemuseum
Bekanntheit erlangte die Insel auch durch letzte große Feier des Kaiserreich Brasilien vor der Absetzung des Kaisers Peter II. von Brasilien und der Ausrufung der ersten brasilianischen Republik. Die Feier im November 1889 wurde als Baile da Ilha Fiscal (deutsch etwa: Tanz auf der Ilha Fiscal) bekannt
————————-

The Ilha Fiscal is a small island in the Bay of Guanabara. It is one of the historic part of the city of Rio de Janeiro.

The current name of the originally designated as the Europeans mice derived from island to island since the 19th Century carried out using a tax / duty station from. Today the houses located adjacent to the Naval Arsenal Island Rio de Janeiro, a naval museum
The island gained notoriety by last great celebration of the Empire of Brazil prior to the deposition of the Emperor Pedro II of Brazil and the first proclamation of the Brazilian Republic. The celebration in November 1889 as Baile da Ilha Fiscal (German about: Dance on the Ilha Fiscal) known

Ilha Fiscal
steuer

Bild von Rodrigo_Soldon
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Primitivamente denominada pelos europeus como ilha dos Ratos, o seu atual nome provém do fato de ali ter funcionado o posto da Guarda Fiscal, que atendia o porto da então capital do Império, no século XIX.

A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da proclamação da República, em Novembro de 1889.

Atualmente abriga um museu histórico-cultural, mantido pela Marinha do Brasil.

No século XIX, o Conselheiro José Antônio Saraiva do Ministério da Fazenda, solicitou construir-se um posto alfandegário para o controle das mercadorias a serem importadas e exportadas pelo porto do Rio de Janeiro, então Capital do Império. A posição daquela ilha era bastante cômoda para os inspetores da Alfândega, devido à proximidade dos pontos de fundeio, sendo que o translado de mercadorias poderia ser executado em embarcações miúdas, sem grandes dificuldades.

A decisão da construção, assim como a do seu estilo arquitetônico, foram do Imperador D. Pedro II, tendo em conta não conflitar com a paisagem da Serra do Mar. À época, o Imperador teria afirmado: "A ilha é um delicado estojo, digno de uma brilhante joia".

Optou-se assim por um pequeno "château" em estilo gótico-provençal, inspirado nas concepções do Arquiteto francês Violet-le-Duc, com projeto de autoria de Adolpho José Del Vecchio – então Engenheiro-Diretor de Obras do Ministério da Fazenda -, onde se destacavam as agulhas e as ameias medievais a adornar a silhueta da edificação.

O projeto de Del Vecchio foi contemplado com a Medalha de Ouro na exposição da Academia Imperial de Belas Artes, tendo apresentado a seguinte argumentação:
"A construção planejada, tendo de ser levantada isoladamente em uma ilha, projetando-se sobre um fundo formado pela caprichosa Serra dos Órgãos, encimada por vasto horizonte, e de frente para a entrada da baía, devia causar impressão agradável aos que penetrassem no porto, suficientemente elevada para que pudesse facilmente ser vista de qualquer ponto entre a mastreação dos navios, e prestar-se ao mesmo tempo à fiscalização do ancoradouro."
Del Vecchio preocupou-se ainda com a ornamentação paisagística, tendo declarado em reunião no Ministério da Fazenda:
"Arrematei, por pouco tempo, na Praça do Mercado, certa quantidade de cocos da Bahia, já com os brotos, e fí-los transportar para a ilha e plantar em torno; os coqueiros vieram dentro de breve prazo e não tardaram a dar frutos."
Após a decisão do imperador na escolha do projeto para acolher a aduana, os recursos necessários destinados a execução foram liberados em partes e, em 16 de novembro de 1881, foi assente a primeira pedra dando início à sua construção. Após uma série de aterros de modo a aumentar a área de 4 400 m² para 7 000 m², e aplainar as elevações existentes ao preço de 40:50 (quarenta contos, cinco mil e quinhentos réis), foi iniciado o castelo.

A 27 de abril de 1889 foi inaugurado o edifício com a presença do Imperador, acompanhado de Gastão de Orleans, Conde d’Eu e brilhante comitiva; o translado do cais Pharoux foi realizado utilizando-se a famosa galeota de D. João VI.

Numa certa manhã, já na República, uma lancha passava em frente à Ilha Fiscal tendo a bordo Rui Barbosa, Aristides Lobo, Quintino Bocaiúva, Del Vecchio e outros personagens do regime republicano. Ao observarem o brasão imperial talhado em gnaisse, com absoluto respeito à heráldica e com os dois dragões a apoiá-lo, um dos passageiros da lancha declarou: "Como? Pois o Brasil republicano ainda conserva em um próprio nacional as armas da monarquia! Que se o derrube!" Nesse momento o Engenheiro Del Vecchio interveio e dirigiu-se aos componentes da comitiva argumentando: "Não, senhores. Por Deus! Se mereço alguma coisa da República à qual pretendo servir com a mesma lealdade e o mesmo espírito de sacrifício com que servi ao Império, peço que não toquem naquele emblema. É uma obra prima de cantaria. Fê-la um velho auxiliar do Conde Santa Marinha, um preto septuagenário que é um verdadeiro artista. Hoje, cego e desamparado, acredito que ele sofreria bastante se soubesse que o seu trabalho de tão penosos dias fora cruelmente destruído. Por isso, meus senhores, por favor, imploro a conservação do escudo." Da ocasião que ocorreu esse fato, data a consagração do edifício da Ilha Fiscal como imperecível obra de arte e patrimônio de uma era, devido a ostentar decoração inspirada na monarquia.

Em 1890 prosseguiram as obras de pavimentação em paralelepípedos, e no extremo leste foi construído outro edifício no estilo do principal a fim de abrigar as máquinas elétricas e os serviços auxiliares. Dois anos depois, estavam totalmente concluídas as obras, ao custo total de 1051:3224, hum mil e cinquenta e um contos, trezentos e vinte e dois mil, quinhentos e oitenta e quatro réis.

Em 6 de setembro de 1893, irrompeu no Rio de Janeiro a chamada Revolta da Armada, na qual substancial parcela da esquadra brasileira, comandada pelo Almirante Custódio de Mello, rebelou-se contra o governo do Marechal Floriano Peixoto. Durante mais de seis meses, ficou a Ilha Fiscal em meio ao duelo de artilharia travado entre as Fortalezas leais ao governo, e os navios e fortalezas da Ilha das Cobras e da ilha de Villegagnon na posse dos revoltosos. Múltiplos foram os danos sofridos pela edificação da Ilha Fiscal com as paredes atingidas por projetis, agulhas de ferro derrubadas, avarias sérias nos telhados, fiação, móveis partidos além de estragos nos belíssimos vitrais. Como as despesas de restauração seriam vultosas, esse foi o motivo para que o engenheiro do Ministério da Fazenda Miguel R. Galvão sugerisse a entrega da Ilha Fiscal ao Ministério da Marinha, em troca de algum edifício que melhor se prestasse ao serviço da alfândega. A troca só se efetuaria em 1913, quase vinte anos depois, não por um edifício, mas pelo Vapor Andrada, proposta do Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Ministro da Marinha, ao seu colega da Fazenda Dr. Rivadávia Correia. A partir de 1914, a Marinha fez funcionar nesse local, sucessivamente, a Repartição de Faróis, Repartição Hidrográfica, Repartição Central de Meteorologia, Repartição da Carta Marítima, Superintendência de Navegação, Diretoria de Navegação e finalmente a Diretoria de Hidrografia e Navegação.

Em 1930, a Ilha Fiscal foi ligada à das Cobras por meio de um molhe de concreto transformando-as em duas ilhas geminadas ou, geograficamente, em uma só ilha. Em 1983, a DHN foi transferida para a ponta da Armação, em Niterói. A última organização militar que permaneceu na Ilha Fiscal foi o Grupamento de Navios Hidroceanográficos, até março de 1998. A partir dessa data a Marinha adotou como parte da política de valorização da memória naval abrir ao público esse notável conjunto, e simultaneamente mostrar aos visitantes, a contribuição da Marinha do Brasil no desenvolvimento de áreas fundamentais do país como o social, o científico e o tecnológico.

O edifício encontra-se tombado pela Prefeitura do Rio de Janeiro desde 1990, tendo passado por diversos trabalhos de restauração desde 2001, coordenados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), quando foram restauradas as pinturas do teto, das paredes e do mosaico do piso de parque do torreão.

Em 2006, a Marinha organizou um projeto com o propósito de montar uma iluminação de verão para a Ilha Fiscal, e graças à parceria com a BR Distribuidora, a Marinha presenteou a Cidade do Rio de Janeiro com a beleza da construção do engenheiro Del Vecchio em sofisticada iluminação.
——————————-
Die Ilha Fiscal ist eine kleine Insel in der Bucht von Guanabara. Sie zählt zum historischen Teil der Stadt Rio de Janeiro.

Der heutige Name der ursprünglich von den Europäern als Mäuseinsel bezeichneten Insel leitet sich von der seit dem 19. Jahrhundert durchgeführten Nutzung als Steuer/Zollstation ab. Heute beherbergt die unmittelbar neben dem Marinearsenal Rio de Janeiro gelegene Insel ein Marinemuseum
Bekanntheit erlangte die Insel auch durch letzte große Feier des Kaiserreich Brasilien vor der Absetzung des Kaisers Peter II. von Brasilien und der Ausrufung der ersten brasilianischen Republik. Die Feier im November 1889 wurde als Baile da Ilha Fiscal (deutsch etwa: Tanz auf der Ilha Fiscal) bekannt
————————-

The Ilha Fiscal is a small island in the Bay of Guanabara. It is one of the historic part of the city of Rio de Janeiro.

The current name of the originally designated as the Europeans mice derived from island to island since the 19th Century carried out using a tax / duty station from. Today the houses located adjacent to the Naval Arsenal Island Rio de Janeiro, a naval museum
The island gained notoriety by last great celebration of the Empire of Brazil prior to the deposition of the Emperor Pedro II of Brazil and the first proclamation of the Brazilian Republic. The celebration in November 1889 as Baile da Ilha Fiscal (German about: Dance on the Ilha Fiscal) known

Ilha Fiscal
steuer

Bild von Rodrigo_Soldon
A Ilha Fiscal localiza-se no interior da baía de Guanabara, fronteira ao centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Primitivamente denominada pelos europeus como ilha dos Ratos, o seu atual nome provém do fato de ali ter funcionado o posto da Guarda Fiscal, que atendia o porto da então capital do Império, no século XIX.

A ilha celebrizou-se por ter abrigado o famoso baile da Ilha Fiscal, a última grande festa do Império antes da proclamação da República, em Novembro de 1889.

Atualmente abriga um museu histórico-cultural, mantido pela Marinha do Brasil.

No século XIX, o Conselheiro José Antônio Saraiva do Ministério da Fazenda, solicitou construir-se um posto alfandegário para o controle das mercadorias a serem importadas e exportadas pelo porto do Rio de Janeiro, então Capital do Império. A posição daquela ilha era bastante cômoda para os inspetores da Alfândega, devido à proximidade dos pontos de fundeio, sendo que o translado de mercadorias poderia ser executado em embarcações miúdas, sem grandes dificuldades.

A decisão da construção, assim como a do seu estilo arquitetônico, foram do Imperador D. Pedro II, tendo em conta não conflitar com a paisagem da Serra do Mar. À época, o Imperador teria afirmado: "A ilha é um delicado estojo, digno de uma brilhante joia".

Optou-se assim por um pequeno "château" em estilo gótico-provençal, inspirado nas concepções do Arquiteto francês Violet-le-Duc, com projeto de autoria de Adolpho José Del Vecchio – então Engenheiro-Diretor de Obras do Ministério da Fazenda -, onde se destacavam as agulhas e as ameias medievais a adornar a silhueta da edificação.

O projeto de Del Vecchio foi contemplado com a Medalha de Ouro na exposição da Academia Imperial de Belas Artes, tendo apresentado a seguinte argumentação:
"A construção planejada, tendo de ser levantada isoladamente em uma ilha, projetando-se sobre um fundo formado pela caprichosa Serra dos Órgãos, encimada por vasto horizonte, e de frente para a entrada da baía, devia causar impressão agradável aos que penetrassem no porto, suficientemente elevada para que pudesse facilmente ser vista de qualquer ponto entre a mastreação dos navios, e prestar-se ao mesmo tempo à fiscalização do ancoradouro."
Del Vecchio preocupou-se ainda com a ornamentação paisagística, tendo declarado em reunião no Ministério da Fazenda:
"Arrematei, por pouco tempo, na Praça do Mercado, certa quantidade de cocos da Bahia, já com os brotos, e fí-los transportar para a ilha e plantar em torno; os coqueiros vieram dentro de breve prazo e não tardaram a dar frutos."
Após a decisão do imperador na escolha do projeto para acolher a aduana, os recursos necessários destinados a execução foram liberados em partes e, em 16 de novembro de 1881, foi assente a primeira pedra dando início à sua construção. Após uma série de aterros de modo a aumentar a área de 4 400 m² para 7 000 m², e aplainar as elevações existentes ao preço de 40:50 (quarenta contos, cinco mil e quinhentos réis), foi iniciado o castelo.

A 27 de abril de 1889 foi inaugurado o edifício com a presença do Imperador, acompanhado de Gastão de Orleans, Conde d’Eu e brilhante comitiva; o translado do cais Pharoux foi realizado utilizando-se a famosa galeota de D. João VI.

Numa certa manhã, já na República, uma lancha passava em frente à Ilha Fiscal tendo a bordo Rui Barbosa, Aristides Lobo, Quintino Bocaiúva, Del Vecchio e outros personagens do regime republicano. Ao observarem o brasão imperial talhado em gnaisse, com absoluto respeito à heráldica e com os dois dragões a apoiá-lo, um dos passageiros da lancha declarou: "Como? Pois o Brasil republicano ainda conserva em um próprio nacional as armas da monarquia! Que se o derrube!" Nesse momento o Engenheiro Del Vecchio interveio e dirigiu-se aos componentes da comitiva argumentando: "Não, senhores. Por Deus! Se mereço alguma coisa da República à qual pretendo servir com a mesma lealdade e o mesmo espírito de sacrifício com que servi ao Império, peço que não toquem naquele emblema. É uma obra prima de cantaria. Fê-la um velho auxiliar do Conde Santa Marinha, um preto septuagenário que é um verdadeiro artista. Hoje, cego e desamparado, acredito que ele sofreria bastante se soubesse que o seu trabalho de tão penosos dias fora cruelmente destruído. Por isso, meus senhores, por favor, imploro a conservação do escudo." Da ocasião que ocorreu esse fato, data a consagração do edifício da Ilha Fiscal como imperecível obra de arte e patrimônio de uma era, devido a ostentar decoração inspirada na monarquia.

Em 1890 prosseguiram as obras de pavimentação em paralelepípedos, e no extremo leste foi construído outro edifício no estilo do principal a fim de abrigar as máquinas elétricas e os serviços auxiliares. Dois anos depois, estavam totalmente concluídas as obras, ao custo total de 1051:3224, hum mil e cinquenta e um contos, trezentos e vinte e dois mil, quinhentos e oitenta e quatro réis.

Em 6 de setembro de 1893, irrompeu no Rio de Janeiro a chamada Revolta da Armada, na qual substancial parcela da esquadra brasileira, comandada pelo Almirante Custódio de Mello, rebelou-se contra o governo do Marechal Floriano Peixoto. Durante mais de seis meses, ficou a Ilha Fiscal em meio ao duelo de artilharia travado entre as Fortalezas leais ao governo, e os navios e fortalezas da Ilha das Cobras e da ilha de Villegagnon na posse dos revoltosos. Múltiplos foram os danos sofridos pela edificação da Ilha Fiscal com as paredes atingidas por projetis, agulhas de ferro derrubadas, avarias sérias nos telhados, fiação, móveis partidos além de estragos nos belíssimos vitrais. Como as despesas de restauração seriam vultosas, esse foi o motivo para que o engenheiro do Ministério da Fazenda Miguel R. Galvão sugerisse a entrega da Ilha Fiscal ao Ministério da Marinha, em troca de algum edifício que melhor se prestasse ao serviço da alfândega. A troca só se efetuaria em 1913, quase vinte anos depois, não por um edifício, mas pelo Vapor Andrada, proposta do Almirante Alexandrino Faria de Alencar, Ministro da Marinha, ao seu colega da Fazenda Dr. Rivadávia Correia. A partir de 1914, a Marinha fez funcionar nesse local, sucessivamente, a Repartição de Faróis, Repartição Hidrográfica, Repartição Central de Meteorologia, Repartição da Carta Marítima, Superintendência de Navegação, Diretoria de Navegação e finalmente a Diretoria de Hidrografia e Navegação.

Em 1930, a Ilha Fiscal foi ligada à das Cobras por meio de um molhe de concreto transformando-as em duas ilhas geminadas ou, geograficamente, em uma só ilha. Em 1983, a DHN foi transferida para a ponta da Armação, em Niterói. A última organização militar que permaneceu na Ilha Fiscal foi o Grupamento de Navios Hidroceanográficos, até março de 1998. A partir dessa data a Marinha adotou como parte da política de valorização da memória naval abrir ao público esse notável conjunto, e simultaneamente mostrar aos visitantes, a contribuição da Marinha do Brasil no desenvolvimento de áreas fundamentais do país como o social, o científico e o tecnológico.

O edifício encontra-se tombado pela Prefeitura do Rio de Janeiro desde 1990, tendo passado por diversos trabalhos de restauração desde 2001, coordenados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), quando foram restauradas as pinturas do teto, das paredes e do mosaico do piso de parque do torreão.

Em 2006, a Marinha organizou um projeto com o propósito de montar uma iluminação de verão para a Ilha Fiscal, e graças à parceria com a BR Distribuidora, a Marinha presenteou a Cidade do Rio de Janeiro com a beleza da construção do engenheiro Del Vecchio em sofisticada iluminação.
——————————-
Die Ilha Fiscal ist eine kleine Insel in der Bucht von Guanabara. Sie zählt zum historischen Teil der Stadt Rio de Janeiro.

Der heutige Name der ursprünglich von den Europäern als Mäuseinsel bezeichneten Insel leitet sich von der seit dem 19. Jahrhundert durchgeführten Nutzung als Steuer/Zollstation ab. Heute beherbergt die unmittelbar neben dem Marinearsenal Rio de Janeiro gelegene Insel ein Marinemuseum
Bekanntheit erlangte die Insel auch durch letzte große Feier des Kaiserreich Brasilien vor der Absetzung des Kaisers Peter II. von Brasilien und der Ausrufung der ersten brasilianischen Republik. Die Feier im November 1889 wurde als Baile da Ilha Fiscal (deutsch etwa: Tanz auf der Ilha Fiscal) bekannt
————————-

The Ilha Fiscal is a small island in the Bay of Guanabara. It is one of the historic part of the city of Rio de Janeiro.

The current name of the originally designated as the Europeans mice derived from island to island since the 19th Century carried out using a tax / duty station from. Today the houses located adjacent to the Naval Arsenal Island Rio de Janeiro, a naval museum
The island gained notoriety by last great celebration of the Empire of Brazil prior to the deposition of the Emperor Pedro II of Brazil and the first proclamation of the Brazilian Republic. The celebration in November 1889 as Baile da Ilha Fiscal (German about: Dance on the Ilha Fiscal) known

Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

111 Steuertipps für Kleinbetriebe und Freiberufler v ..

27.11.2011 von getraenkesteuer
111 Steuertipps für Kleinbetriebe und Freiberufler v ..

Kategorie: Bücher > Sachbücher & Ratgeber > Geld & Börse > Steuern

- Suchen: in Artikelbezeichnung und Beschreibung Kategorien Übersicht Bücher Sachbücher & Ratgeber Studium & Wissen Kunst & Kultur Belletristik Kinder- & Jugendliteratur Reise & Regionales Nachschlagewerke Kalender & Diverses Computer & Internet Schule & Ausbildung Service Shop-Startseite Shop-Konditionen AGB Impressum Details 111 Steuertipps für Kleinbetriebe und Freiberufler v ..
von Peter Eller
Autor: Peter Eller
Einband: Taschenbuch
Seitenzahl: 162
Verlag: Bund-Verlag GmbH
Erscheinungsdatum: 03.2010
EAN: 9783766339935
ISBN: 3-7663-3993-1
Gewicht: 276 Grammg
Beschreibung Freiberufler und Inhaber von Kleinbetrieben werden von ihren Steuerberatern oft nicht ausreichend unterstützt. Als Mandanten ...

Preis: 14,90 EUR
Angebotsende: 16.02.2012, 03:25:32 Uhr

111 Steuertipps für Kleinbetriebe und Freiberufler v .. kaufen bei eBay


Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

Nein zur Erhöhung der Mehrwertsteuer und Plünderung der AHV

26.11.2011 von getraenkesteuer

Am 27. September 2009 stimmt das Schweizer Stimmvolk über die Erhöhung der Mehrwertsteuer auf 8 Prozent ab. Einmal mehr sollen der Bevölkerung 1.2 Milliarden Franken zusätzliche Mittel aus der Tasche gezogen und zusätzlich 5 Milliarden Franken aus der AHV in die marode IV transferiert werden. Die geplante Mehrwertsteuererhöhung ist höchst schädlich für die Bürgerinnen und Bür-ger sowie für die Wirtschaft. Die Vorlage bringt einen massiven Kaufkraftverlust mit sich, der Konsum wird geschwächt und dadurch werden auch zusätzlich Arbeitsplätze gefähr-det. Ausserdem sollen mit der aktuellen Vorlage 5 Milliarden Franken AHV-Rentenguthaben zur IV-Sanierung zweckentfremdet werden, obwohl die AHV schon die ganzen Schulden für die IV übernommen hat und dieses Geld nie mehr sehen wird. Des-halb: Hände weg von der AHV!

Gepostet in Getränkesteuer | 6 Kommentare »

Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 Abschlag [Leitfadenvlg. D. Sudholt]

26.11.2011 von getraenkesteuer
Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 Abschlag [Leitfadenvlg. D. Sudholt]

Kategorie: Bücher > Studium & Wissen > Wirtschaftswissenschaften > Steuern & Controlling

-
ID: 70248862
buchbestellung24 Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 Abschlag
Mit 19% und 7% - Abschlag bis 2,4 Mio (19%) und 1,9 Mio (7%). Gültig ab 1.1.2007
Taschenbuch
100% Niedrigpreis-Garantie!
Wir garantieren, dass Sie diesen Artikel neu nirgendwo preiswerter kaufen können Kostenlose Lieferung!
Wir liefern Ihnen diesen Artikel portofrei innerhalb Deutschlands Erscheinungsdatum: 01/2007
Medium: Taschenbuch
Einband: Kartoniert / Broschiert
Titel: Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 Abschlag
Titelzusatz: Mit 19% und 7% - Abschlag bis 2,4 Mio (19%) und 1,9 Mio (7%). Gültig ab 1.1.2007
Auflage: 0. Auflage von 1970
N.-A
Verlag: Leitfadenvlg. D. Sudholt
Sprache: Deutsch
Schlagworte: Mehrwertsteuer
Verbrauchssteuer
Steuer
Umsatzsteuer
...

Preis: 14,00 EUR
Angebotsende: 25.01.2012, 20:29:40 Uhr

Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 Abschlag [Leitfadenvlg. D. Sudholt] kaufen bei eBay


Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

Luchterhand Mehrwertsteuer-Tabelle 2007

25.11.2011 von getraenkesteuer
Luchterhand Mehrwertsteuer-Tabelle 2007

Kategorie: Bücher > Sachbücher & Ratgeber > Recht > Steuern

- ÜBER UNS l IMPRESSUM l FAQ l AGB Carl Hübscher GmbH
Michael Genniges,
Jürgen Reichert
Grüner Markt 16
96047 Bamberg
Email: e.doerler@huebscherbuch.de
Umsatzsteuer-ID gemäß §
27 a Umsatzsteuergesetz:
DE199379926
Inhaltlich Verantwortlicher
gemäß § 10 Absatz 3 MDStV:
Jürgen Reichert
Definitionen für die Klausur im Öffentlichen Recht
ISBN: 3867240795
EAN: 9783867240796
Bankrecht (BankR)
ISBN: 3423050217
EAN: 9783423050210
Erfolgreich Vermieten
ISBN: 340659512X
EAN: 9783406595127
Luchterhand Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 von ISBN 10: 3472188006 ISBN 13: 9783472188001 Erscheinungsjahr: 2006 Erschienen bei: Hermann Verlag Gmbh Luchterhand Einband: sonst. Bücher Zusatz: 1.2 x ...

Preis: 18,00 EUR
Angebotsende: 22.01.2012, 23:03:03 Uhr

Luchterhand Mehrwertsteuer-Tabelle 2007 kaufen bei eBay


Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

Mehrwertsteuer als Instrument der Sozialpolitik?

24.11.2011 von getraenkesteuer

Dass Lebensmittel mit 7 Prozent besteuert werden, missverstehen viele als eine Mittel der Sozialpolitik. Aber in der sozialen Marktwirtschaft gibt es wesentlich bessere Mechanismen zum sozialen Ausgleich. Wir zeigen, warum die Mehrwertsteuer als Instrument der Sozialpolitik ungeeignet ist.
Video Bewertung: 4 / 5

Gepostet in Getränkesteuer | 2 Kommentare »

mehr wissen über mehrwertsteuer Bundesministerium für Finanzen:

24.11.2011 von getraenkesteuer
mehr wissen über mehrwertsteuer Bundesministerium für Finanzen:

Kategorie: Bücher > Belletristik > Unterhaltungsliteratur > Sonstige

Artikeldetails mehr wissen über mehrwertsteuer 16 Kapitel über das neue Umsatzsteuersystem
Bundesministerium für Finanzen:
Eigenverlag, Wien, 1973. 128 Seiten Softcover; Ecken u. kanten berieben u. leicht abgestoßen; minimal schiefgelesen; relativ guter Zustand;
Sprache: Deutsch
Bestell-Nr: 33308
EUR 16,16
Versandkostenfrei innerhalb Deutschlands
Aufgenommen mit whBOOK
Sicheres Bestellen - Order-Control geprüft!
Artikel eingestellt mit dem w+h GmbH eBay-Service
Daten und Bilder powered by Buchfreund 2011-12-22

Preis: 16,16 EUR
Angebotsende: 21.01.2012, 00:04:00 Uhr

mehr wissen über mehrwertsteuer Bundesministerium für Finanzen: kaufen bei eBay


Gepostet in Getränkesteuer | Keine Kommentare »

« Vorherige Beiträge